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dc.contributornull
dc.creatorDuarte Villa, Rafael
dc.creatorDe Souza Pimenta, Marilia Carolina
dc.date2018-02-24T15:33:12Z
dc.date2020-04-15T20:09:32Z
dc.date2018-02-24T15:33:12Z
dc.date2020-04-15T20:09:32Z
dc.date2017-05-23
dc.date.accessioned2025-10-30T14:06:01Z
dc.date.available2025-10-30T14:06:01Z
dc.identifierhttp://revistas.javeriana.edu.co/index.php/papelpol/article/view/19069
dc.identifier10.11144/Javeriana.papo21-2.lpas
dc.identifier2145-0617
dc.identifier0122-4409
dc.identifierhttp://hdl.handle.net/10554/26744
dc.identifier.urihttp://test.repositoriodigital.com:8080/handle/123456789/193940
dc.descriptionO artigo procura tensionar narrativas teóricas relevantes para a formação de de um discurso de paz negativa en América del Sur. Metodologicamente, discute de forma crítica a maneira como algumas epistemologias, especialmente da Escola Inglesa e Liberal Institucionalista, focam o tema da construção da paz negativa na América do Sul ao mesmo tempo que se apresentam as tensões, contradições e principais contribuições dessas epistemologias. A seguir, as narrativas discutidas são contrastadas com desenvolvimentos empíricos na região relacionados com o tema da paz negativa. Entre os achados mais importante se enfatiza que as narrativas tradicionais sobre a paz negativa não prestam atenção a pesquisas empíricas sobre violência políticosocial doméstica na América do Sul, sendo muito orientadas, tais perspectivas, para uma noção de paz que privilegia ainda uma visão interestatal da sociedade internacional sulamericana; em segundo lugar, as narrativas tradicionais sobre paz na América do Sul são também tencionadas quando se atenta para a nem sempre diferenciação de políticas de segurança e defesa na região. Finalmente, ao examinar alguns índices internacionais sobre violência e políticas públicas em estados sulamericanos percebese uma ambivalência conceitual porque ao mesmo tempo que as narrativas tradicionais fazem uma contribuição importante quando resgatam, analiticamente e empiricamente, a sociologia histórica, de outro lado, excluem uma reflexão sobre o impacto da violência social na formação de um “Estado forte” e no efeito transnacional da violência de grupos não estatais violentos.
dc.formatPDF
dc.formatapplication/pdf
dc.languagespa
dc.publisherPontificia Universidad Javeriana
dc.relationhttp://revistas.javeriana.edu.co/index.php/papelpol/article/view/19069/14944
dc.relationPapel Político; Vol. 21, Núm. 2 (2016); 435-468
dc.relationPapel Político; Vol. 21, Núm. 2 (2016); 435-468
dc.rightsCopyright (c) 2017 Rafael Duarte Villa, Marilia Carolina De Souza Pimenta
dc.rightsAtribución-NoComercial-SinDerivadas 4.0 Internacional
dc.rightshttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0
dc.rightsinfo:eu-repo/semantics/openAccess
dc.rightshttp://purl.org/coar/access_right/c_abf2
dc.subjectnull
dc.subjectAmérica do Sul; segurança; paz; violência; guerra; conflitos
dc.titleA longa paz na América do Sul: questionamentos às teses da paz negativa na região
dc.typehttp://purl.org/coar/version/c_970fb48d4fbd8a85
dc.typeArtículo de revista
dc.typehttp://purl.org/coar/resource_type/c_6501
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/article
dc.coveragenull
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