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Conejillos de indias: la invención de animales y de humanos de laboratorio;
Dispositivo cobaia: a criação dos animais e dos humanos de laboratório

dc.creatorEsturião, Higor
dc.creatorFischer, Marta Luciane
dc.date2021-12-31
dc.date2023-03-22T19:06:41Z
dc.date2023-03-22T19:06:41Z
dc.date.accessioned2026-03-25T19:28:12Z
dc.date.available2026-03-25T19:28:12Z
dc.identifierhttps://revistas.unimilitar.edu.co/index.php/rlbi/article/view/5349
dc.identifier10.18359/rlbi.5349
dc.identifierhttps://hdl.handle.net/10654/43448
dc.identifier.urihttp://test.repositoriodigital.com:8080/handle/123456789/201373
dc.descriptionPower relations between humans and animals in scientific experimentation have been investigated to test the hypothesis that certain concepts, such as discipline, biopolitics, and device, may help think about the reality of animals and humans in the laboratory context. It starts from the premise that powers are subtle rather than explicitly violent. First, we validated the hypothesis through an online focus group analysis of the discourse of lecturers, graduates, and bioethicists. Second, we noted the importance of affections, the notion of responsibility, and care. There is a human-animal relationship characterized by ambivalence: instrumental knowledge and practices, on the one hand, care, affection, and emotions, on the other. Therefore, animals have a double ontology since they are objects (they must be studied) and subjects (they must be respected). From this ambivalence, we discuss the guinea pig device, a set of discourses and practices that involve instrumentality and affectivity and transform animals into guinea pigs through its techniques. It is argued that this ambivalence, as vital as it is to keep the animal in the subaltern place of the guinea pig, also has the potential to create other forms of relationship, other forms of experimenting that escape the device, that is, the logic of sacrifice to produce docile and killable lives.
dc.descriptionSe han investigado las relaciones de poder entre humanos y animales en el experimento científico para probar la hipótesis de que ciertos conceptos, como disciplina, biopolítica y dispositivo, pueden ser útiles para pensar la realidad de animales y humanos en el contexto del laboratorio. Se parte de la premisa de que los poderes son más sutiles que explícitamente violentos. Por un lado, se validó la hipótesis por medio del análisis de grupo focal online del discurso de docentes, posgraduados y bioteristas. Por otro, la presente investigación evidenció también la importancia de los afectos, la noción de responsabilidad y el cuidado. Se presenta, por lo tanto, una relación humano-animal constituida por la ambivalencia: saberes y prácticas instrumentales, de una parte, cuidado, afecto y emociones, de otra. Así, los animales son seres de ontología doble, pues son objetos (deben estudiarse) y sujetos (deben respetarse). Desde esta ambivalencia, se discute el dispositivo cobaya, un conjunto de discursos y prácticas que implican tanto instrumentalidad como afectividad, y que, mediante sus técnicas, transforma los animales en cobayas. Se defiende que esta ambivalencia, por más que sea importante para mantener el animal en el lugar subalterno de cobaya, también presenta un potencial de crear otros modos de relación, otros modos de experimentar que se escapan del dispositivo, es decir, que escapan de la lógica del sacrificio de producir vidas dóciles y matables.
dc.descriptioninvestigaram-se as relações de poder entre humanos e animais na experimentação científica testando a hipótese de que certos conceitos, como disciplina, biopolítica e dispositivo, podem ser úteis para pensar a realidade de animais e humanos no contexto do laboratório. Partiu-se da premissa de que os poderes são mais sutis do que explicitamente violentos. Por um lado, validou-se a hipótese por meio da análise de grupo focal online da fala de docentes, pós-graduandos e bioteristas. Por outro, a presente pesquisa evidenciou também a importância dos afetos, da noção de responsabilidade e do cuidado. Delineia-se, portanto, uma relação humano-animal constituída pela ambivalência: saberes e práticas instrumentais, de um lado, cuidado, afeto e emoções, de outro. Assim, os animais são seres de ontologia dupla, pois são objetos (devem ser estudados) e sujeitos (devem ser respeitados). A partir dessa ambivalência, discute-se o dispositivo cobaia, um conjunto de discursos e práticas que envolvem tanto instrumentalidade quanto afetividade, e que, através de suas técnicas, transforma os animais em “cobaias”. Defende-se que essa ambivalência, por mais que seja importante para manter o animal no lugar subalterno de cobaia, também apresenta um potencial de criar outros modos de relação, outros modos de experimentar que fogem do dispositivo, isto é, que fogem da lógica sacrificial de produzir vidas dóceis e matáveis.
dc.formatapplication/pdf
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dc.languagepor
dc.languagespa
dc.publisherUniversidad Militar Nueva Granada
dc.relationhttps://revistas.unimilitar.edu.co/index.php/rlbi/article/view/5349/4977
dc.relationhttps://revistas.unimilitar.edu.co/index.php/rlbi/article/view/5349/5045
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dc.rightsDerechos de autor 2022 Revista Latinoamericana de Bioética
dc.sourceRevista Latinoamericana de Bioética; Vol. 21 Núm. 2 (2021); 107-126
dc.source2462-859X
dc.source1657-4702
dc.subjectAnimal experiment
dc.subjectanimal welfare
dc.subjectanimal studies
dc.subjectbiopolitics
dc.subjectexperimento animal
dc.subjectbienestar animal
dc.subjectestudios animales
dc.subjectbiopolítica
dc.subjectexperimentação animal
dc.subjectbem-estar animal
dc.subjectestudos animais
dc.subjectbiopolítica
dc.titleGuinea Pigs: Creating Laboratory Animals and Humans
dc.titleConejillos de indias: la invención de animales y de humanos de laboratorio
dc.titleDispositivo cobaia: a criação dos animais e dos humanos de laboratório
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/article
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion


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