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dc.creatorCardoso, Lourençoes
dc.date2010-11-19
dc.date.accessioned2025-03-17T15:18:12Z
dc.date.available2025-03-17T15:18:12Z
dc.identifierhttp://revistaumanizales.cinde.org.co/rlcsnj/index.php/Revista-Latinoamericana/article/view/70
dc.identifier.urihttp://test.repositoriodigital.com:8080/handle/123456789/86558
dc.descriptionNa literatura científica de maneira geral as pesquisas sobre a branquitude têm se restringido em investigar a branquitude crítica, deixando de lado a branquitude acrítica. A branquitude crítica refere-se ao indivíduo ou grupo branco que desaprovam publicamente o racismo. Enquanto que a branquitude acrítica refere-se a branquitude individual ou coletiva que sustenta o argumento em prol da superioridade racial branca. Este artigo possui a preocupação em salientar a importância de distinguirmos a branquitude crítica e a branquitude acrítica. O que pode parecer apenas uma simples distinção pode nos levar a analisar com maior atenção e profundidade o crescimento e fortalecimento de grupos neonazistas e membros da Ku Klux Klan: grupos que representam dois significativos exemplos da expressão da branquitude acrítica.es
dc.formatapplication/pdf
dc.languagespa
dc.publisherCentro de Estudios Avanzados en Niñez y Juventud del Cinde y la Universidad de Manizaleses
dc.relationhttp://revistaumanizales.cinde.org.co/rlcsnj/index.php/Revista-Latinoamericana/article/view/70/28
dc.rightsDerechos de autor 2010 Lourenço Cardosoes
dc.sourceRevista Latinoamericana de Ciencias Sociales, Niñez y Juventud ; Vol. 8 Núm. 1: enero - junio de 2010; 607-630es
dc.source2027-7679
dc.source1692-715X
dc.titleBranquitude acrítica e crítica: A supremaciaracial e o branco anti-racistaes
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/article
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion


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